CONSIDERAÇÕES FINAIS



O leitor, certamente, encontrará inúmeras publicações que tratam sobre a construção do Catetinho, sendo que, em algumas delas, poderão ser observadas ligeiras divergências de datas, nomes e descrição de detalhes desse acontecimento.

Essa observação consta no capítulo “Curiosidades” (página 19) do trabalho intitulado: CATETINHO: DADOS HISTÓRICOS. A CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA (transcrito da edição “Brasília Coração Brasileiro” e editado pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal), uma obra integrante do acervo do museu do Catetinho:


"(...) Os diversos relatos diferem sobre as datas exatas da construção do Catetinho,
mas é certo que na segunda quinzena de outubro de 1956 dois grupos, um vindo de Araxá e o outro do Rio,
encontraram-se na Fazenda do Gama para a empreitada de erguer uma casa para o presidente no Planalto Central Goiano."1


No entanto, esse pormenor em nada desmerece o valor histórico e nem ofusca o brilho literário inquestionável dos autores dessas publicações. Nelas, são encontradas narrações com riqueza de detalhes e diria, até mesmo, recheadas de lirismo e sentimentalismo. São destacados também a grandeza e o arrojo daqueles que idealizaram o “Palácio de Tábuas” para presentear o presidente, bem como, a participação dos primeiros pioneiros na construção desse importante marco que deu início à Brasília: o Catetinho.



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1 CATETINHO: DADOS HISTÓRICOS. A CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA. Transcrito da edição "Brasília Coração Brasileiro", editado pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal, (s/d). Acervo do Museu do Catetinho. Cópia obtida por Celso Guimarães, dez. 2000. p.20.

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